quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Fashion's Night Out: Shopping Cidade Jardim


“Shopping Cidade Jardim também sedia o Fashion’s Night Out”

            Olá gente, tudo bem com vocês? Então no mesmo dia dos jardins depois de dar uma volta por lá fui diretamente ao Shopping Cidade Jardim que também estava participando do evento, mas ao invés de desfiles as lojas do shopping desenvolveram outras ações e também nos pisos havia bares da chandon distribuindo espumante a quem quisesse.


            Entre os destaques do evento está a Oma Tees de Cláudia Bork Saad que confeccionou e vendeu à camiseta oficial do evento, eu mesmo fui a procura de uma para ajudar já que não sei se vocês sabem mas toda a renda das camisetas do Fashion’s Night Out era destinada a uma ONG porém, não havia mais camisetas masculinas que pelo que me contaram no evento esgotou tanto no comércio eletrônico e físico. Além das camisetas destaque também a Mellina Nunes da loja Mellina que desenvolveu em parceria com a vodca absolut patrocinadora master do evento um lenço exclusivo ofertado aos convidados da revista que visitaram o lounge criado por Jóia Bergamo no shopping.

  



            Entre outros destaques teve Chiara Gadaletta fazendo turbantes com as famosas echarpes Hermés, Ellus que tinha uma cabine fotográfica, Louis Vuitton que trouxe a DJ Deborah Falci para animar a noite além de a mesma estar trajando um look da coleção feita em parceria com a japonesa Yaoi Kusama, Carolina Herrera que aproveitou o evento e lançou sua nova coleção, Emilio Pucci que contou com Lelê Saddi e Mica Rocha como vendedoras exclusivas para o evento, a marca Santa Lolla também estava com uma ação bacana onde além de dar aos clientes que comprassem porta iphones ou porta ipads também havia parceria com a marca de produtos de beleza dermage que ofereceu massagens para as mãos e pés gratuitamente a quem passou pelas lojas deles tanto no shopping Cidade Jardim como no shopping Pátio Higienópolis que também participou da ação na segunda feira dia dez e se repetirá nas lojas cariocas. A Daslu  também preparou uma ação bacana com DJ em suas dependências além de ofertar a camiseta do evento mas diferentemente da Oma Tees a camiseta da marca era feita com seda verde e estampada com a corujinha símbolo do FNO no Brasil.

 

     
        E paralelo a tudo isso houve também sessão de autógrafos de Caroline Trentini que é a capa da revista Vogue de setembro. Tudo ao som da banda benditos que tocou grandes clássicos do samba rock como zazueira de Jorge Bem Jor, não posso esquecer da Mixed que levou a blogueira Lalá Rudge para a loja além de a mesma assinar a vitrine exclusiva do evento, além de Ara Vartanian que aproveitou o evento para lançar sua linha de joias astrais, isto é baseada no zodíaco para esse lançamento ele contou com uma astróloga em sua boutique do shopping.


            E hoje a festa continua no Rio de Janeiro, então leitor carioca se puder vá aos Shoppings Fashion Mall e Leblon que a noite promete.

(foto da echarpe de Mellina nunes retirada de: http://vogue.globo.com/fno-2012/absolut-elyx-mellina-nunes-4-fno/)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Fashion's Night Out: Jardins


“Fashion’s Night Out começa estrelado nos Jardins”



            Olá gente, tudo bem com vocês? Vocês se recordam que falei do Fashion’s Night Out da revista vogue na segunda feira? Então estive lá no mesmo dia  em dois pontos importantes primeiro na abertura realizada nos jardins, onde houve um desfile a céu aberto na Rua Haddock Lobo indo até a Rua Oscar Freire que contou com as presenças de Caroline Trentini madrinha dessa edição, Daniela Falcão editora da revista que abriu o evento discursando e Donata Meirelles diretora de moda da publicação.

   

            Esse desfile mostrou exatamente a efervescência fashion do bairro e também de São Paulo com 48 looks a apresentação foi extremamente coesa e bem executada com o som de Dudu Linhares e produção de Giovanni Frasson e a equipe de estilo da Vogue.  Se houve uma lógica para a montagem da fila do desfile digo a vocês que não percebi de imediato já que era um mix de várias marcas, porém o que percebi posteriormente é que havia uma linha condutora isto é começava com um dia de trabalho e depois passava para uma tarde na praia e por fim os trajes mais voltados a festas de gala.

   

            Entre os destaques das 48 marcas tanto de roupas e acessórios me chamaram a atenção positivamente: Max Mara com um conjunto de calça e blusa muito moderno e contemporâneo, Christian Dior com conjuntos sonho de tão glamourosos inclusive o vestido que fechou o desfile era incrível, Amir Slama com dois maiôs cheios de recortes e construções bem interessantes, Kate Spade com um tubinho incrível onde havia algumas intervenções gráficas que criavam um bonito efeito cênico, SAAD que apostou em um conjunto de blusa saia e bolsa os quais ficaram lindos e harmônicos e por último, mas não menos importante Carina Duek que veio em um conjunto clássico, mas bem cortado e modelado de calça e casaco combinando com uma blusa flúor incrível.

 


            Depois do desfile tive a oportunidade de entrar na loja da Dior que serviu de camarim e conhecer o lançamento da marca no evento, se na Promenade Chandon a marca lançou uma bolsa, nesse evento houve o lançamento da camiseta DDD ou Dior Dancin’ Days que tem o intuito de ser uma peça multifuncional que acompanha a mulher da marca para onde ela for do emprego para a balada  podendo criar várias combinações além disso, a peça que é coberta de paetês e justa ao corpo cria desenhos diferentes dependendo do movimento corporal de quem a usa, bacana né? Rosângela Lyra embaixatriz da marca no Brasil estava usando uma branca de paetês pratas com calça jeans e saltos altos criando um conjunto muito interessante e contemporâneo

   


     Posterior a visita na Christian Dior, dei uma passadinha na Max Mara para agradecer o convite e também elogiar os looks apresentados, para só depois ir ao Shopping Cidade Jardim onde encerrei o Fashion’s Night Out com Carina Costa do Sweet Little Tips, Amanda Trovatto do Mandy Who e Francine Aristmunho do Editoriale os blogs amigos do meu. Mas a 2° parte do evento fica para amanhã  onde vou contar tudo o que houve no Cidade Jardim para vocês.

       

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Figurino e suas Vertentes


“Fazer Figurino é dar vida a outra coisa.”

            Olá gente, tudo bem com vocês? Como foram de feriado? O meu foi ótimo muito descanso que é sempre bom não é? Bem hoje vou concluir o evento Marie Claire Inspiração. Sei que deve ter sido cansativo né?  Mas era indispensável entender o trabalho de Janie Bryant e suas referências para compreender é a mesa redonda de figurinistas que foi realizada no fim do evento.



            Após a palestra completíssima sobre o trabalho da Janie Bryant, Fernanda Young tomou os microfones novamente para introduzir as outras convidadas sendo elas: Kika Lopes, Marília Carneiro e Gogóia Sampaio. Sendo mediado por Mônica Serrino o que se viu foi um divertido bate papo que discutiu diversas vertentes sobre o figurino. No inicio cada uma das convidadas contou um pouco de sua carreira e também qual foi o momento que elas viram que realmente o figurino fez a diferença isto é saiu das telas para ganhar as ruas, no caso de Marília Carneiro, por exemplo, foi quando ela viu nos pés de uma senhora as meias de lurex que Sônia Braga estava usando em Dancin’ Days, Gogóia afirmou que virou figurinista por causa de Marília e Kika Lopes foi a única que não teve essa experiência, pois como ela mesma disse não há preocupação de fazer moda no cinema por causa da demora do lançamento dos filmes o que poderia deixar o figurino como moda datado.



            No caso de Janie Bryant foi quando ela viu um casal nas ruas de Nova Iorque vestidos como Don e Betty Draper, mas ela afirma que não havia a vontade de fazer moda com MAD MEN e que o principio básico do figurino da série é a integridade sendo que ela não esperava uma mudança cultural tão grande nos Estados Unidos. Posteriormente houve a abertura para perguntas da plateia e uma delas dirigida a Gogóia Sampaio perguntava se havia algum incômodo por parte dela quando chamavam Chayene (Cláudia Abreu) de brega, ela afirmou que não pois de fato a personagem é uma Barbie humana a visão que a equipe tem sobre as personagens da novela é de que elas são bonecas onde tudo é permitido ou é 8 ou é 80 no caso ame ou odeie e que ela se utiliza muito do olhar infantil para criar os figurinos de Chayene e das Empreguetes (Taís Araújo, Leandra Leal e Isabelle Drummond).



            Marília afirmou pós a fala de Gogóia que realmente será uma tarefa difícil substituir Cheias de Charme, pois o figurino colorido e atemporal é totalmente o oposto do que ela propôs para Guerra dos Sexos que mescla com o clássico além de pitadas de cole porter. Foi quando Mônica Serrino perguntou sobre os figurinos antigos ou retrôs e sua dificuldade de execução, nesse momento Kika Lopes manifestou-se dizendo que adora fazer o antigo ou vintage pelo simples fato de que o contemporâneo é mais aberto a opiniões e sugestões das atrizes ou atores para ela é necessário entender que fazer figurino é dar vida a outra coisa. Além dessa constatação houve a discussão sobre os figurinos masculinos e sua dificuldade de execução e construção, nesse assunto houve um consenso de todas que o Homem é mais difícil de ser vestido por causa de detalhes e principalmente da cartela restrita de cores e modelos a serem utilizados.


            Após a rodada de perguntas cada uma falou de seus projetos novos como a exemplo de Janie Bryant que pretende trabalhar com sua marca própria e posteriormente expandi-la para o segmento de estilo de vida. Por ultimo houve uma pergunta para Marília Carneiro sobre os figurinos para a minissérie Dercy de Verdade (Heloísa Perissé e Fafy Siqueira), ela disse que os figurinos da minissérie refletiam exatamente o que era a figura Dercy Gonçalves uma mulher louca, livre e que principalmente se vestia com o imaginário além de ser um pouquinho rebelde também.



            Para encerrar o evento houve um desfile com alguns figurinos das convidadas de seus trabalhos mais atuais, participaram Gogóia Sampaio com os de Cheias de Charme, Kika Lopes com os de Zuzu Angel e Janie Bryant que trouxe alguns das temporadas de MAD MEN focando especialmente na ultima temporada da série.
            Bem queridos leitores aqui acaba a cobertura do Marie Claire Inspiração, bem a tempo do Fashion’s Night Out que vocês viram aqui no blog em junho, amanhã todas as novidades do evento. Até lá!


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

MAD MEN e suas sutilezas de figurino


“Nas imagens promocionais procuro trabalhar sutilezas”

            Olá leitores do blog, acharam que eu tinha se esquecido de vocês? Não esqueci não apenas mudei o horário da postagem, por fim depois de uma semana intensa chegamos ao fim da palestra da Janie Bryant, desculpe a quantidade de posts, mas acredito que vocês aprenderam muito não é?

 

            Como dito anteriormente o trabalho dela em MAD MEN era algo inexplicável isto é havia uma grande pesquisa e além de tudo havia uma preocupação em realçar os personagens através do figurino principalmente pela silhueta que servia para definir romantismo, vilania entre outros detalhes. Encerrando a palestra Janie começou a explicar como esse trabalho tornou-se mais fácil com o passar das temporadas já que não havia a necessidade de desenhar silhuetas e sim apenas afirmá-las para o público para realizar esse trabalho ela começou a trabalhar camadas e cores, ou seja, sutilezas isso é muito perceptível nas imagens promocionais da série e principalmente nas imagens onde estão vários personagens pois percebe-se as diferenças de cor, estrutura entre outros quesitos.

      
                   Porem houve temporadas determinantes em que os personagens necessitavam de um figurino especial ou marcante em razão há algum evento na trama, como em Suvenir onde Betty Draper se vestiu pela 1° vez de preto marcando uma mudança na trama e também o ep The Suitcase onde a personagem Peggy precisava de um vestido marcante e imponente. A partir da 5° temporada os figurinos serviram também para marcar passagens de tempo já que a história saia dos anos 60 e passava para os 70, isso foi marcado por Janie através de calças boca de sino e também por vestidos da personagem Megan.


            O projeto da série MAD MEN deu tanta visibilidade a Janie Bryant que já se tornou uma edição da mundialmente famosa boneca Barbie além da figurinista ter lançado um livro chamado The Fashion File, uma coleção em parceria com a Banana Republic em duas estações e também colaboração com a fábrica de sutiãs maidenform para uma coleção capsula. Bem queridos leitores acaba aqui a palestra de Janie Bryant, mas segunda feira ainda tem a mesa redonda de Kika Lopes, Janie Bryant, Marília Carneiro e Gogóia Sampaio portanto fiquem ligados e bom feriado a todos.

MAIDENFORM® AND JANIE BRYANT UNVEIL LIMITED EDITION 90TH ANNIVERSARY CAPSULE COLLECTION


ps: para quem acompanhou a semana percebeu um pequeno erro de grafia o correto é MEN com E pois são Homens e não Homem se fosse apenas um seria MAD MAN o correto, peço perdão pelo erro e ele não se repetirá novamente nesse blog

  

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Janie Bryant explica os figurinos de MAD MAN


“Não imaginávamos tamanho sucesso”

            Continuando com a semana da Marie Claire aqui no blog, agora depois de todo esse caminho é que de fato chegamos a MAD MAN, é interessante perceber que a Janie Bryant utilizou - se todo o seu repertório afetivo e de vida para criar os figurinos da série como ela mesma disse.



            Don draper, por exemplo, quando Janie o criou ela pensou em criar uma aura de mistério e até uma coisa ruim afinal ele é o vilão da série se é que vocês me entendem. Além disso, ela inspirou-se muito em galãs clássicos como Gregory Peck e Cary Grant entre tantos outros, para ela a roupa dele tem que transmitir a sensação de disfarce, armadura e se utiliza de poucas cores dando um aspecto masculino ao visual. Totalmente o oposto de sua esposa na série, Betty Draper que teve inspiração na mãe da figurinista para ela Betty é a típica dona de casa infeliz com as escolhas de sua vida e o seu visual transmite exatamente isso através da complexidade de se vestir ou de desvestir. Em alguns momentos como Janie Bryant bem salientou ela se assemelha a um cupcake com várias camadas, volumes, anáguas entre outros artifícios que deixam o visual da personagem e a personagem extremamente complexas. Embora isso não seja transmitido na sua cor, pois embora transmitindo infelicidade da personagem a cor de seus figurinos precisa transmitir o oposto por isso o excesso de tons pastel e bebê no visual da personagem.


            É Claro que não é só Don e Betty Draper que precisam de atenção, para os outros figurinos ela criou algumas outras silhuetas muito marcantes por serem extremamente clássicas como no caso de Peggy que entra na série como secretária da empresa, nesse período ela pode ser definida como uma garota recatada ou em outras palavras a garota de escola clássica que utiliza-se de golas redondas e colares de pérola detalhes bem sutis que definem essa personagem. Já que falei de detalhes é importante salientar que a partir da segunda temporada do seriado Janie Bryant trabalhou com sutilezas que descreviam a mudança de cada personagem a partir de seu figurino, um exemplo é o episódio Suvenir onde Betty Draper se veste pela 1° vez de preto tornando-se um ponto de mudança na série já que marca o fim do período romântico da série.

           
(fotos retiradas de: http://janiebryant.com/blog/1250/)
           

terça-feira, 4 de setembro de 2012

De Deadwood a MAD MAN : Janie Bryant abre um novo tópico em sua história




“Informo aos atores o que são através do Figurino”

            Olá leitores e hoje faz uma semana do Marie Claire Inspiração, porém como disse no 1° post o assunto é muito fascinante e interessante para ser tratado em um dia, bem vamos continuar?

 

            Como disse ontem a Janie Bryant  estava de volta a Nova Iorque depois de uma temporada em Los Angeles e Marrocos a trabalho, nessa segunda temporada na cidade após fazer os figurinos da série big apple de David Milch ela foi convidada a ser a figurinista principal da série Deadwood do mesmo diretor  para a HBO essa série passava-se em 1870  portanto Janie trabalhou com o que mais gosta que são os figurinos de época além de que essa série trazia muito do western americano um gênero popular nos estados unidos, esse trabalho a fez ficar 6 meses fixas na cidade trabalhando exclusivamente para a série que teve em sua totalidade três temporadas.

 

            Porém o sucesso não estava atendendo aos anseios da figurinista que nesse período sofreu uma grande decepção com a carreira e a falta de criatividade ela chegou até a pensar em desistir da carreira cinematográfica, triste não é? Nesse período Janie Bryant dedicou-se a fazer acessórios e moda canina, inclusive ela disse aos convidados da Marie Claire que se soubesse o sucesso que as roupas de cachorro fazem hoje em dia teria se dedicado mais ao oficio. Nesse mesmo período ela pensou em estudar fotografia outra área que a atrai muito ainda hoje, mas isso não ocorreu já que ela foi chamada para uma reunião nos escritórios da Lionsgate para discutir um novo projeto da emissora, nesse dia por um acaso ela acabou encontrando um dos produtores no elevador e essa conversa de elevador abriu um novo capítulo na vida dela.

  

            Inicialmente a criação dos figurinos de MAD MAN era um segredo absoluto já que havia muito zelo nesse novo projeto da empresa, inclusive eles mesmos não acreditavam em tamanho sucesso desse projeto já que era uma série comum, para a criação final de figurinos Janie Bryant se inspirou em festas e coisas familiares da década de 50 e ela também afirmou que procura transmitir aos atores da série o que eles são através do figurino por isso um cuidado tão grande visualmente e tanto segredo sobre a série, eu vi muitas referências no figurino da 1° temporada de MAD MAN a Christian Dior, Balenciaga, Jacques Faith entre outros, porém isto é assunto para o último post.

  

(fotos retiradas de: http://janiebryant.com/blog/1233/)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A fascinante carreira cinematográfica de Janie Bryant


                "Filmes de horror são como obras de arte"



               Olá gente, tudo bem com vocês? Como foram de fim de semana? O meu foi muito bom também, estou aqui de volta para continuar contando do Marie Claire inspiração. Vocês se lembram de sexta feira né? Pois bem continuando a palestra sobre a sua carreira Janie Bryant disse que pós a faculdade de moda ela retirou-se dos EUA passando quatro meses em Paris, essa temporada como ela mesma disse serviu para descobrir coisas e centrar sua carreira, ela confidenciou que a temporada seria direcionada a estudos, porém acabou sendo direcionada a museus e galerias de arte do que de fato estudos clássicos. Isso é muito interessante, pois revela que o verdadeiro criador foge de estigmas ou paradigmas sociais, o verdadeiro artista tanto pode ser artista ou figurinista foge das convenções e faz seu próprio ensino.


            Entretanto a figurinista teve que voltar aos estados unidos por pressão familiar nessa volta ela conheceu o designer de moda John Scher em uma festa a partir desse momento é que de fato começou a carreira de figurinista/estilista de Janie, posteriormente infeliz como assistente de estilo realizou ligações para diversos figurinistas já que o mundo do cinema a atraia e ela vislumbrava um caminho por esse mundo, entre essas ligações ela conseguiu o emprego de assistente de figurino em um filme alemão que estava sendo gravado em Nova Iorque, após essa experiência ela realizou sei primeiro filme como figurinista chamado The Blessing, para Janie Bryant foi um grande desafio já que era o primeiro trabalho como figurinista chefe, isto é ela que ordenava o que combinava com o quê.


            Posteriormente a esse filme Janie fez os figurinos de The Big Kahuna, posteriormente muda-se para Los Angeles onde ela teria mais oportunidades de crescer na área de figurinista uma vez na terra do cinema ela se dedica a figurinos de filmes de horror que na concepção de Janie equivalem a obras de arte, pois transmitem sentimento e permitem viajar por lugares incríveis como a temporada de um mês no Marrocos em pleno ramadã para a concepção de figurinos para um filme. Posteriormente a viagem Janie Bryant seria chamada de novo a Nova Iorque para criar figurinos da série independente  de David Milch chamada Big Apple.


            Segue aqui a 2° parte do Marie Claire Inspiração, espero que estejam gostando e amanhã tem mais, acho que vocês perceberam o quão fascinante é a carreira de Janie Bryant não é?




(Todas as fotos retiradas do site oficial da figurinista: http://janiebryant.com/category/blog/portfolio/)